Aprenda A Acrescentar O Número De Visitas/acessos

27 Nov 2018 15:26
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<h1>Tr&aacute;fego Sem custo Pra Meu Website</h1>

<p>O Wordpress &eacute; uma das mais completas plataformas de publica&ccedil;&atilde;o. Sendo assim, aprenda nesse tutorial como criar um blog no Wordpress e aproveite a interface f&aacute;cil (com tradu&ccedil;&atilde;o pro portugu&ecirc;s). Al&eacute;m do mais, confira os incont&aacute;veis plugins que auxiliam pela otimiza&ccedil;&atilde;o de sua p&aacute;gina pros mecanismos de procura. Passo 3. Feito isso, &eacute; hora de escolher seu dom&iacute;nio. Passo 4. O passo seguinte &eacute; escolher o nome do blog (de exposi&ccedil;&atilde;o) e a visibilidade (se para todos, privado ou pra convidados).</p>

<p>Passo 5. Ainda na mesma tela, pela quota inferior, voc&ecirc; precisar&aacute; escolher se deseja optar por sua vers&atilde;o premium (paga e com recursos adicionais) ou na gratuita. Passo 6. Para alterar o template do seu site, v&aacute; at&eacute; o painel, no menu lateral, e escolha a op&ccedil;&atilde;o Apar&ecirc;ncia e Temas. Passo 7. Para come&ccedil;ar a digitar tema, entre no menu Artigo e Incluir Novo. Sele&ccedil;&atilde;o um t&iacute;tulo e insira o texto. Repare que pela direita, h&aacute; novas probabilidades, entre elas, salvar como rascunho, agendar pra publica&ccedil;&atilde;o posterior, public&aacute;-lo como privado e incorporar categorias e tags.</p>

<p>Pronto, sem demora &eacute; s&oacute; usar a imagina&ccedil;&atilde;o e talento nas suas posts. Voc&ecirc; poder&aacute; escrever tuas ideias, emo&ccedil;&otilde;es, gerar um canal de not&iacute;cia sobre isto de seu interesse e compartilhar com os seus amigos. Al&eacute;m de ser um passatempo, com um blog assim como &eacute; poss&iacute;vel receber o seu pr&oacute;prio dinheiro e at&eacute; j&aacute; status.</p>

<p>Antes de qualquer coisa, por causa de &eacute; um disco conceitual. A vontade expl&iacute;cita &eacute; retratar um universo que vive na fronteira da revolu&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica - e como isto afeta o dia a dia das pessoas comuns deste planeta. Como viver num universo em constante transforma&ccedil;&atilde;o afeta os sonhos, as aspira&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, as ang&uacute;stias pessoais e as expectativas espirituais do cara a&iacute; na esquina.</p>

<p>E inten&ccedil;&atilde;o demais pra um mero disco. Muita gente bacana de imediato gastou milhares de p&aacute;ginas tentando articular essa vis&atilde;o, inclusive o escritor William Gibson, o mais primordial criador da fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica cyberpunk e segundo Bono o extenso inspirador de Zooropa. As grava&ccedil;&otilde;es foram realizadas em intervalos desta turn&ecirc; europ&eacute;ia. Quando o grupo tinha uns dias livres, voltava r&aacute;pido para o est&uacute;dio, em Dublin.</p>
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<li>Debora poliana dos santos ferreira comentou: 25/07/12 &aacute;s 23:22</li>
<li>dez calcinhas</li>
<li>Acrescenta a integra&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia social</li>
<li>dois - Lista de web sites com alto volume de busca, que geram tr&aacute;fego pago pro blog pesquisado</li>
<li>Como Dar in&iacute;cio Seu Respectivo Neg&oacute;cio (iPED)</li>
<li>Helena Valle</li>
<li>SP no Ar</li>
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<p>Esse mecanismo de composi&ccedil;&atilde;o e grava&ccedil;&atilde;o se refletiu no feeling fim do disco. E um trabalho muito europeu, dos assuntos das letras aos timbres usados. O consequ&ecirc;ncia desfecho remete prontamente &agrave; virada dos anos setenta para os 80: o David Bowie berlinense de Low, Lodger, Heroes: o refinamento do Roxy Music; as experimenta&ccedil;&otilde;es de base pop do Japan. E alguma coisa &aacute;rduo de definir, quem sabe a preocupa&ccedil;&atilde;o, do Joy Division. Claro que Zooropa n&atilde;o &eacute; um xerox amarelado dessa fase do rock. O disco soa modern&iacute;ssimo: Flood e Brian Eno cuidaram disso. Flood foi o engenheiro de som. E um dos mais s&eacute;rias produtores de m&uacute;sica eletr&ocirc;nica do mundo. &Eacute; colaborador local” do selo Mute, onde produziu (e/ou remixou) quase toda humanidade que &eacute; algu&eacute;m no tecnopop brit&acirc;nico. Seu afiliado mais famoso e o Depeche Mode.</p>

<p>Brian Eno vai um pouco mais remoto. Eno &eacute; um dos enorme experimentadores da hist&oacute;ria da m&uacute;sica. Come&ccedil;ou no Roxy Music, no come&ccedil;o dos 70. Trabalhou muito com Robert Fripp, outro amplo experimentador, inclusive pela &acute;trilogia Berlim” de David Bowie. E um dos pioneiros da m&uacute;sica ambient - que hoje se infiltra at&eacute; no superior dom&iacute;nio do ritmo, a dance music.</p>

<p>Fez o influente disco de world music ambiental (pela &eacute;poca, o r&oacute;tulo era etnopop) My Life In The Bush Of Ghosts, com David Byrne. Pouco tempo atr&aacute;s voltou ao pop com John Cale, no disco Wrong Ways Up. Continua sendo vanguarda - seja l&aacute; o que isto isto &eacute;. No meio dessa hist&oacute;ria toda, Eno achou tempo pra gerar o disco que estourou o U2 mundialmente - The Unforgettable Fire - e ainda o seguinte. The Joshua Tree, que sedimentou definitivamente o status da banda.</p>

<p>Zooropa &eacute; totalmente diferente com esses discos. Demorou, no entanto finalmente o U2 (visceral, obcecado por ritmos americanos, tocando rock de arena com refr&otilde;es poderosos) e Brian Eno (dandy, esteta, sutil, mago de est&uacute;dio) sincronizaram seus interesses. O resultado nesse encontro &eacute; modular, monot&ocirc;nico, hipn&oacute;tico. Refr&otilde;es s&atilde;o desimportantes. Quase nenhuma m&uacute;sica permite se cantar pr&oacute;ximo, muito menos assobiar.</p>

<p>Ao todo, s&atilde;o dez faixas. A primeira &eacute; a m&uacute;sica-assunto “Zooropa”. Sonhe ouvir “Until The End Of lhe World” numa esta&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dio que n&atilde;o est&aacute; bem sintonizada e apresenta pra sonhar. A m&uacute;sica determina o clima do disco todo. &Eacute; &eacute;pica todavia contida: n&atilde;o tem um pingo de paix&atilde;o.</p>

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